Aprendizagem Experiencial

A aprendizagem experiencial pode ser definida como uma aprendizagem que resulta da exploração, da experiência, da criação, da descoberta, do relacionamento e da interação com o mundo. Esta forma de aprendizagem não é algo estruturado, não tem regras nem limites de tempo e implica pouca orientação por parte dos adultos. Segundo a mesma, as crianças podem aprender naturalmente, a seu bel-prazer. A aprendizagem experiencial pode ocorrer por via de atividades (como brincadeiras ao ar livre, jogos imaginativos e jogos de faz de conta), momentos de expressão criativa e artística (como fazer música ou dançar) ou ainda através da exploração da natureza e do meio envolvente.

Vivenciar o mundo de forma autónoma e independente ajuda as crianças a pensar por si próprias. Ao fazê-lo, estas adquirem uma noção de realização que aumenta a sua confiança e pode ajudar a aprofundar os laços que têm com os pais, que partilham com os seus filhos o orgulho pelos marcos importantes que estes vão atingindo. A aprendizagem experiêncial ocorre para lá da estrutura da sala de aula e está disponível para qualquer criança, em casa, na hora do recreio, nas férias ou durante os fins de semana.

Hoje em dia, e em comparação com o que acontecia com os seus pais, as crianças participam cada vez menos em experiências “não estruturadas”. Tal é consequência de vários fatores, que vão desde o avanço da tecnologia (brinquedos, televisão, jogos de computador, Internet e redes sociais) aos medos que os pais têm em relação à falta de espaços de qualidade para brincar e à segurança e higiene dos seus pequenos.

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